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NOVA CICLOVIA DE GUARUJÁ TEM OBRA PARALISADA, AFETA TRÂNSITO E REVOLTA MORADORES DE GUARUJÁ

  • Foto do escritor: Guaruja milgrau
    Guaruja milgrau
  • 31 de jan.
  • 2 min de leitura

Uma ciclovia virou motivo de insatisfação em Guarujá, no litoral de São Paulo. Em vez de ser via para quem usa bicicleta, o trecho da Avenida dos Caiçaras, entre a Avenida Gino Fabris e a Rua Nelson Horácio Conceição, cujas obras começaram em julho do ano passado, está longe de terminar. A avenida é um importante corredor viário, que cruza os bairros Jardim Las Palmas e Astúrias, na Baixada Santista.


De acordo com um munícipe, que preferiu não ser identificado, a situação é problemática, com menos da metade da obra concluída em seis meses. “A rua sem a ciclovia tem duas faixas, fica extremamente apertado para bicicletas. O zelador do prédio em que resido já sofreu um acidente por causa de não haver uma ciclovia. Às vezes, a situação fica tão caótica que as pessoas preferem andar de bicicleta na calçada”, afirma.


Segundo o morador da área, a alternativa usada por muitos ciclistas é a calçada ou correr o risco andando na rua com a bicicleta. “Sem falar que, nesse trecho, a Avenida dos Caiçaras é a única rota para quem mora nessa região de Guarujá”, reforça.


O morador de Guarujá relata, ainda, que, em vários dias, em meio à obra, estava interditada uma faixa da avenida e nenhum trabalhador estava trabalhando na ciclovia. “É uma várzea com muitos transtornos”, queixa-se.


Um outro problema relatado por ele diz respeito ao semáforo no cruzamento da Avenida dos Caiçaras com a Rua Nelson Horácio da Conceição, que está desativado e onde houve a colocação de barreiras. “Trata-se de um cruzamento estratégico, que dá acesso às praias. Essa situação causa transtornos à mobilidade urbana”;


Outro lado


Em nota, a Prefeitura de Guarujá afirma que “as obras da ciclovia da Avenida dos Caiçaras estão paralisadas durante a temporada de verão, sendo retomadas após o Carnaval. A medida foi tomada para minimizar transtornos no trânsito local, considerando o aumento da população flutuante da cidade no período”.


A Administração Municipal reforça que, “após a retomada das obras, o prazo esperado é de 120 dias para sua conclusão”. Sobre as barreiras, a Prefeitura informa que “trata-se de um bloqueio especial de trânsito, em razão da temporada de verão, visando assegurar maior fluidez, em razão do alto volume de veículos na temporada”.


Fonte: Atribuna


 
 
 

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