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Chip, acusado de matar pm da rota, é condenado a 24 anos de prisão em Santos.

  • Foto do escritor: Guaruja milgrau
    Guaruja milgrau
  • há 5 minutos
  • 2 min de leitura

Kaique Coutinho do Nascimento, conhecido como Chip, foi condenado a 24 anos de prisão em regime fechado pelo assassinato do policial militar da Rota, Samuel Wesley Cosmo. O agente foi morto com um tiro no rosto durante uma operação em Santos, no litoral de São Paulo.


A sentença foi definida por júri popular e anunciada na quarta-feira (27), após sete horas de julgamento no Fórum de Santos. O Tribunal do Júri foi presidido por um juiz e composto por sete jurados, sorteados entre cidadãos comuns que integraram o Conselho de Sentença.


O policial foi baleado durante patrulhamento na Praça José Lamacchia no dia 2 de fevereiro. Ele chegou a ser levado para a Santa Casa de Santos, mas não resistiu. O crime deu início à 2ª fase da Operação Verão em 2024. À época, a Secretaria de Segurança de São Paulo (SSP-SP) anunciou uma recompensa de R$ 50 mil por informações sobre Chip, que foi preso em Uberlândia (MG).


Além do réu, três testemunhas foram ouvidas durante o julgamento: os PMs Ederson Luiz da Costa e Ricardo Silva Mombelli, que estavam em patrulhamento com Cosmo, e o delegado Thiago Bonametti, responsável pela investigação.


À TV Tribuna, afiliada da Globo, Bonametti afirmou que, durante o julgamento, apresentou provas contra Chip. Segundo ele, o material foi baseado em evidências coletadas no local do crime e no rastreamento da fuga do suspeito no ponto de tráfico de drogas, durante a abordagem policial.


Para o delegado, a investigação não deixou dúvidas de Kaique era realmente o autor do crime. “Fugindo dos policiais, ele acabou se deparando de frente com outra equipe e, sem hesitar, atirou no rosto do policial. Ele foge, derruba um celular e o chinelo, que posteriormente encontramos. E uma testemunha o reconhece como sendo o autor”, explicou.


Fonte: G1


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