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AEROPORTO DE GUARUJÁ PODE ATRAIR MAIS PASSAGEIROS PARA CRUZEIROS EM SANTOS

  • Foto do escritor: Guaruja milgrau
    Guaruja milgrau
  • há 3 horas
  • 2 min de leitura

Com expectativa para operar voos comerciais no próximo ano, o futuro Aeroporto Civil Metropolitano de Guarujá é visto como um caminho para aumentar o número de passageiros de outros estados que embarcam em cruzeiros no Terminal de Passageiros Giusfredo Santini, administrado pelo Concais, no Porto de Santos.


“O Aeroporto de Guarujá representa mais uma opção logística para o setor de cruzeiros, especialmente para passageiros vindos de regiões mais distantes”, afirma o consultor portuário Ivam Jardim.


Ele explica que tudo dependerá da quantidade de voos e destinos efetivamente operados. “Mesmo considerando um cenário de cinco a dez voos diários, com aeronaves de aproximadamente 100 passageiros, ainda assim estamos falando de uma movimentação que, sozinha, não seria suficiente para abastecer integralmente sequer um navio de menor porte”, estima.


A Autoridade Portuária de Santos (APS) ressalta o perfil complementar do futuro aeroporto de Guarujá. “O Porto de Santos está próximo aos dois aeroportos mais movimentados do Brasil, inclusive com translado direto ao terminal de cruzeiros. Em breve, com a conclusão do Trecho Norte do Rodoanel, também será facilitado o acesso a partir do Aeroporto de Viracopos, em Campinas. Assim, o Aeroporto de Guarujá será um complemento ao acesso por meio do transporte aéreo”, justifica.


Prefeituras

Em nota, a Prefeitura de Santos afirma que será importante estruturar conexões eficientes entre o aeroporto e o terminal de cruzeiros, incluindo linhas de transporte dedicadas e alternativas de ligação marítima. “A integração entre aeroporto e Porto ampliará o mercado de passageiros provenientes de outras regiões do Brasil e da América do Sul, fortalecendo o potencial da região como principal porta de entrada dos cruzeiros no País”.


Já a Prefeitura de Guarujá, também em nota, lembra que haverá redução significativa do tempo de deslocamento em comparação ao realizado atualmente pelo modal rodoviário. “Sem contar com a possibilidade de todo check-in ser feito no momento de desembarque das aeronaves, simplificando o embarque nos transatlânticos”, afirma.


Fonte: Atribuna


 
 
 

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