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Projeto em Guarujá ensina meninas a unir forças e protagonizar

  • Foto do escritor: Guaruja milgrau
    Guaruja milgrau
  • 11 de set.
  • 1 min de leitura

Sororidade. O termo significa união, empatia, acolhimento, escuta e parceria entre as mulheres. Em uma sociedade em que o protagonismo feminino ganha cada vez mais força, aprender desde cedo a importância de se colocar o termo em prática contribui para uma geração mais consciente, com relações mais justas, inclusivas e igualitárias. Este é o objetivo da professora Claudia Martini, da Secretaria de Educação de Guarujá, que criou o projeto Meninas em Cooperação, em escolas municipais. Alunas do Ensino Fundamental II da EM Maria Aparecida Ramos Camargo, no Morrinhos III, e Dirce Valério Gracia, na Enseada, já estão em atividade.


Em rodas de conversa, jogos cooperativos, danças circulares e outras artes em geral, meninas entre 13 e 15 anos aprendem a criar uma rede colaborativa, sem competição entre elas. O principal objetivo é que elas não se vejam como inimigas. “A gente procura educar para que elas vejam outra mulher como parceira, com quem ela pode contar para, juntas, buscarem os seus objetivos”, explicou a professora, que também é responsável por ministrar as aulas e coordenar o projeto.


Temas


Violência doméstica, identidade de gênero, gravidez precoce, dignidade menstrual são alguns dos assuntos abordados nas atividades, que acontecem no contraturno escolar. Claudia garante que a mudança já é visível.


“Eu percebo que elas começam a falar mais, a expressar mais as ideias. No começo ficam mais caladinhas, mas depois vão se manifestando, falando um pouco de si. Às vezes tem um desabafo, falam da vida pessoal, e a rede se apoia e acolhe.”

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