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PROFESSOR DE SURFE DENUNCIA ABORDAGEM AGRESSIVA E RASTEIRA QUE LEVOU DE GUARDA MUNICIPAL EM PRAIA DE GUARUJÁ

  • Foto do escritor: Guaruja milgrau
    Guaruja milgrau
  • 15 de jan.
  • 2 min de leitura

O professor de surfe Alax Soares relatou nas redes sociais que foi alvo de uma abordagem agressiva de agentes da Guarda Civil Municipal (GCM) durante a apreensão da bicicleta de uma amiga, na manhã de segunda-feira (12), em praia na região do Morro do Maluf, em Guarujá, no litoral de São Paulo. Em nota, a Prefeitura informou que as circunstâncias do desentendimento estão sendo apuradas.


Na publicação, Alax contou que ministrava uma aula de surfe quando encontrou a amiga Melissa Policarpo, que também trabalhava no local e havia ido de bicicleta. Em determinado momento, ambos teriam visto agentes da GCM recolhendo o veículo.


Ao questionar a ação, o professor afirmou ter sido informado de que havia uma lei municipal que proíbe bicicletas na área e que o equipamento seria encaminhado ao pátio da Prefeitura, com cobrança de multa para a retirada. Diante da situação, Alax saiu do mar para tentar interceder.


“Expliquei que nós dois trabalhamos como guarda-vidas e que éramos amigos, pedindo apenas a compreensão para liberar a bicicleta. A resposta foi negativa e, a partir daí, começaram a falar em tom alto e agressivo”, afirmou o professor.


Imagens registradas por banhistas e divulgadas nas redes sociais mostram o momento em que um dos agentes manda Alax “ficar quieto” e aplica uma rasteira no professor. Na sequência, o guarda ordena que a amiga se afaste.


O surfista afirmou ainda que, ao tentar argumentar, ouviu uma provocação. “Eu disse: ‘Eu sou um cidadão, não um criminoso. Não há necessidade de nos tratar dessa forma’. E a resposta foi: ‘Agora vou te tratar como criminoso’, claramente por causa das minhas tatuagens”, relatou.


O que diz a Prefeitura


Procurada por A Tribuna, a Prefeitura de Guarujá informou, em nota, que agentes da GCM realizavam patrulhamento de ordenamento das praias quando apreenderam uma bicicleta “abandonada, estacionada em local proibido, em desacordo com a legislação municipal e de trânsito”.


A Administração Municipal afirmou ainda que a corporação está apurando as circunstâncias do desentendimento envolvendo o agente da GCM e o professor de surfe, com o objetivo de esclarecer os fatos.


Fonte: Atribuna


 
 
 

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