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PASTOR É APONTADO COMO LÍDER DE QUADRILHA QUE ASSALTOU PRESIDENTE DA SUPREMA CORTE DA BOLÍVIA E RESIDÊNCIAS EM GUARUJÁ

  • Foto do escritor: Guaruja milgrau
    Guaruja milgrau
  • 1 de mar.
  • 2 min de leitura

Um homem, de 38 anos, que se apresentava como pastor nas redes sociais, foi apontado pela Polícia Civil como líder de uma quadrilha especializada em roubos a residências em Guarujá, no litoral de São Paulo. Preso na quarta-feira (25), ele já havia chamado a atenção das autoridades após um assalto que teve como vítima o presidente do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) da Bolívia, Romer Saucedo Gómez.


De acordo com a Polícia Civil, o pastor se apresentava aos policiais como motorista de aplicativo. No entanto, em seu perfil nas redes sociais, ele se identifica como presbítero, usando a frase “Jesus é o caminho” na biografia. Na foto, aparece de terno, segurando um microfone no púlpito de uma igreja.


Segundo o boletim de ocorrência, o pastor é apontado como peça central na estrutura criminosa. Proprietário do veículo utilizado nos crimes, ele seria responsável por recrutar comparsas, transportá-los até os locais escolhidos e conduzir o carro na fuga.


As investigações indicam que o grupo percorria ruas residenciais, principalmente em áreas de menor circulação, à procura de vítimas entrando ou saindo de casa. Ao identificar uma oportunidade, o veículo era estacionado rapidamente e dois ou mais integrantes desciam armados, rendiam as vítimas sob grave ameaça e subtraíam bens pessoais, valores e até objetos no interior das residências.


Ainda conforme o registro policial, o pastor já foi reconhecido em outros inquéritos por participação em roubos semelhantes, inclusive com identificação do mesmo veículo. Ele já havia sido alvo de prisão temporária por crime da mesma natureza e, segundo a polícia, retomou as atividades criminosas após ser solto.


Assalto a ministro boliviano


Em entrevista para a TV Tribuna, o delegado Glaucus Vinícius, da Delegacia Sede de Guarujá, afirmou que a investigação ganhou força após um roubo ocorrido no fim do ano passado, quando a quadrilha teria feito como vítima o presidente do Tribunal Supremo de Justiça da Bolívia, Romer Saucedo Gómez.


Fonte: Atribuna


 
 
 

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