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JOVEM QUE SUMIU APÓS RÉVEILLON ERA LIGADA AO CV E PODE TER SIDO MORTA PELO PCC, DIZ POLÍCIA

  • Foto do escritor: Guaruja milgrau
    Guaruja milgrau
  • há 4 horas
  • 2 min de leitura

As investigações da Polícia Civil apontaram que Maria Eduarda Cordeiro da Silva, de 20 anos, que desapareceu após o réveillon em Guarujá, no litoral de São Paulo, teria sido executada em um ‘tribunal do crime’ do Primeiro Comando da Capital (PCC). Conforme apurado pelo g1 junto à corporação, a vítima foi ‘condenada à morte’ por suspeita de integrar uma facção rival, o Comando Vermelho (CV).


Maria Eduarda desapareceu no dia 2 de janeiro, mas a Polícia Civil só confirmou a morte dela na quinta-feira (19), quando prendeu três homens e uma mulher pela participação no crime. Eles não tiveram os nomes divulgados e as investigações seguem para localizar o corpo e identificar outros envolvidos.


O delegado Thiago Nemi Bonametti, da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Santos e responsável pelas investigações, informou ao g1 que os relatos de testemunhas, a análise de telefonia e as publicações da jovem nas redes sociais confirmaram a motivação dos criminosos.

A equipe de reportagem teve acesso aos conteúdos publicados por Maria Eduarda há aproximadamente um ano. A jovem ostentava armas de fogo, usava símbolos e fazia menções ao CV


“Isso [publicações] chamou atenção do próprio crime organizado rival na região. Ela estava morando aqui agora e [...] eles começaram a tentar identificar onde ela estaria, já que fazia várias menções a essa facção criminosa rival”, afirmou o delegado.


Na época do desaparecimento, a mãe de Maria Eduarda contou ao g1 que a filha se mudou de Curitiba (PR) para Guarujá com o namorado aproximadamente três meses antes de sumir.

A balconista Claudieli Natali Cordeiro, de 34 anos, também disse ter sido informada pelo namorado da filha que a jovem havia sido sequestrada sob a acusação de integrar o CV.

A mãe afirmou que Maria Eduarda tinha antecedentes por tráfico de drogas de quando ainda era adolescente, mas ressaltou que, até onde sabia, a jovem estava trabalhando na praia e não tinha mais envolvimento com o crime.


Fonte: G1


 
 
 

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