DELEGACIA DA MULHER DE GUARUJÁ PASSARÁ A FUNCIONAR 24h; SAIBA MAIS
Mulheres vítimas de violência no Guarujá, no litoral de SP, terão acesso ao atendimento da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) em qualquer horário, a partir do próximo dia 16 de outubro (sexta-feira).
A unidade terá atendimento ininterrupto, de segunda-feira a domingo, ampliando a possibilidade de acolhimento e registro de ocorrências também durante a noite, aos finais de semana e feriados.
A mudança atende a antiga demanda da população feminina do município e foi viabilizada após solicitações do prefeito Farid Madi e da presidente do Fundo Social de Solidariedade, a primeira-dama Haifa Madi, ao governo do estado
Para Haifa, a ampliação do funcionamento representa um avanço na proteção às mulheres e resulta da parceria entre o município e o governo estadual.
“Essa importante conquista é fruto do trabalho e parceria na nossa administração com o governo do estado. Agradeço ao governador Tarcísio de Freitas por olhar para o Guarujá e atender essa importante demanda voltada à segurança das mulheres da nossa cidade”, ressaltou Haifa.
O prefeito também destacou outras iniciativas voltadas à proteção das mulheres no município, entre elas a Patrulha Maria da Penha.
Conseguimos uma grande conquista, com o apoio do governo do estado e além da ampliação do horário de atendimento na Delegacia da Mulher, a gente vem consolidando nosso compromisso com as mulheres, por meio de diversas políticas públicas, com a Patrulha Maria da Penha, entre outras ações, onde elas sejam acolhidas e protegidas”, ressaltou Farid.
Atendimento às vítimas
A DDM está localizada na rua Washington, n° 227, na Vila Maia, e funciona por meio de um convênio entre a prefeitura de Guarujá e a Secretaria Estadual de Segurança Pública.
No local, a mulher vítima de violência passa inicialmente pelo atendimento de uma assistente social, responsável pelo primeiro acolhimento. Durante o procedimento, é feita uma entrevista para identificar as necessidades da vítima e definir os encaminhamentos para os serviços municipais de proteção e assistência social.
Na sequência, é feito o registro do boletim de ocorrência; Conforme a situação, a vítima também pode solicitar medida protetiva.
Fonte: CostaNorte





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