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BAIXADA SANTISTA CONCENTRA 83% DOS ACIDENTES NO MAR EM SÃO PAULO NO INÍCIO DE 2026

  • Foto do escritor: Guaruja milgrau
    Guaruja milgrau
  • 10 de jun.
  • 2 min de leitura

A Baixada Santista concentrou a maioria dos acidentes no mar registrados pela Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP) no primeiro trimestre deste ano no Estado. Dos 12 casos apurados entre janeiro e março na área de jurisdição da autoridade marítima, que abrange cerca de 150 municípios paulistas, dez ocorreram na região, o equivalente a 83,3% do total. No entanto, esse quadro indica queda em comparação às ocorrências confirmadas nos primeiros três meses de 2025.


Segundo a CPSP, foram registrados 17 casos, entre acidentes e fatos da navegação, entre janeiro e março de 2025. Desse total, 13 aconteceram na Baixada Santista. Na comparação ano a ano, houve queda de 29% no total de registros e de 23% nas ocorrências da região.


Cidades


Entre os municípios da Baixada, Guarujá liderou o número de casos nos três primeiros meses de 2026, com quatro registros. Na sequência aparecem Santos, com três ocorrências, Itanhaém, com duas, e São Vicente, com uma. Fora da região, os únicos acidentes registrados ocorreram em Cananéia, no Vale do Ribeira, e Ibiúna, no Interior paulista.


No mesmo período de 2025, Santos liderou com cinco casos, seguida por São Vicente (4), Guarujá (3) e Bertioga (1). Os demais acidentes foram registrados em Nazaré Paulista, no Interior, em São Bernardo do Campo, na Região Metropolitana de São Paulo, Cananéia, no Vale do Ribeira, e na Represa de Itupararanga, localizada nos municípios de Ibiúna, Sorocaba e Votorantim.


A Capitania informou ainda que houve redução nos acidentes com mortes. No primeiro trimestre deste ano, foi registrado um único acidente fatal em toda a área de cobertura da CPSP, sem registro na Baixada Santista. Já em igual período de 2025 foram duas ocorrências com vítimas fatais, sendo uma delas na região.


De acordo com a autoridade marítima, entre os tipos de acidentes registrados estão abalroamentos, colisões, quedas de pessoas na água, incêndios, exposição ao risco à segurança da vida humana e ruptura de cabos. A maior ocorrência de mortes foi de queda de pessoa na água.


Fonte: Atribuna


 
 
 

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